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Brasil Conquista Três Ouros e Soma Dez Medalhas no Mundial Paralímpico de Judô em Tbilisi

© Sofia Brito/CBDV

O Brasil viveu um sábado glorioso no Mundial Paralímpico de Judô, sediado em Tbilisi, na Geórgia. O segundo dia de disputas foi marcado por uma performance avassaladora da equipe brasileira, que adicionou sete novas medalhas à sua contagem, elevando o total para dez. Com três ouros, cinco pratas e dois bronzes, o país demonstra sua força e proeminência na modalidade a um dia do encerramento da competição, que culminará com as disputas por equipes neste domingo.

Títulos Mundiais Consolidam Hegemonia Brasileira

A jornada dourada teve como protagonista Alana Maldonado, a judoca paulista que solidificou sua posição como uma das maiores da história. Na classe J2 (baixa visão), categoria até 70 kg, Maldonado conquistou seu quarto título mundial ao superar a cazaque Ayala Mereke em uma emocionante final que se estendeu ao golden score, decidida por um wazari. Esta vitória adiciona mais um feito à sua impressionante carreira, que já inclui dois títulos paralímpicos.

Outro nome de peso a subir ao degrau mais alto do pódio foi Arthur Silva. O potiguar, da classe J1 (cegos), categoria até 95 kg, assegurou o bicampeonato mundial consecutivo. Sua vitória veio com um wazari sobre o britânico Daniel Powell, reforçando a expectativa para os Jogos Paralímpicos de Paris 2024, onde Arthur já é campeão, e o próximo Mundial em Astana, Cazaquistão, em 2025.

A terceira medalha de ouro do dia foi conquistada por Brenda Freitas, na classe J1 categoria até 70 kg. Em um desempenho dominante, Brenda venceu a chinesa Wang Wenjing por ippon em menos de um minuto na grande final, defendendo com sucesso seu título conquistado no ano passado e confirmando o alto nível do judô feminino brasileiro.

Pratas e Bronzes Complementam o Brilho Nacional

Além dos impressionantes triunfos dourados, o Brasil ampliou sua coleção de medalhas com duas pratas e dois bronzes no sábado, evidenciando a profundidade do talento na delegação. Milena Freitas, na classe J1 categoria acima de 70 kg, conquistou a medalha de prata após uma disputa acirrada. Marcelo Casanova também ficou com a prata na classe J2 categoria até 95 kg, mostrando resiliência em sua performance.

As medalhas de bronze vieram com Rebeca Silva, que se destacou na classe J2 categoria acima de 70 kg, e Felipe Amorim, que garantiu seu lugar no pódio na classe J2 categoria acima de 95 kg. Esses resultados coletivos sublinham a excelência e a dedicação dos atletas brasileiros em diversas categorias e classes de deficiência visual, garantindo uma presença forte em praticamente todas as finais disputadas.

O Futuro Promissor do Judô Paralímpico Brasileiro

A performance robusta do Brasil no Mundial Paralímpico de Judô em Tbilisi não apenas celebra conquistas individuais notáveis, mas também projeta o país como uma potência incontestável na modalidade. Com dez medalhas no total, incluindo três ouros de campeões que defenderam seus títulos ou consolidaram hegemonias, a equipe brasileira reafirma sua preparação e determinação rumo aos desafios futuros, incluindo os Jogos Paralímpicos de Paris 2024 e os próximos campeonatos mundiais, como o de Astana em 2025, indicando um ciclo vitorioso pela frente.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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